11 de dezembro de 2014

hoje estou assim,

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Sabes quando uma parte de ti está lá e a outra parece que fugiu a sete pés? Sabes quando te sentes tão dividido que não sabes para onde ir, sequer? Sabes quando sentes que tens mil e uma coisas para fazer mas nem saber por onde começar? E, quando tens o coração em pedaços, olhas em volta, e não vês ninguém capaz de o reparar? Pois é. Hoje estou assim. 

14 de junho de 2014

alguns pontos e incertezas

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São escassas as vezes em que, agora, escrevo pequenos excertos de histórias ou meros recados dirigidos a alguém desconhecido, sem nome, sem identidade, sem morada de destinatário. Não é que veja desnecessidade de eliminar mágoas e fantasmas que sobressaltam, diariamente, no meu intimo. Simplesmente não o faço. Recorri, ultimamente, ao "falar para as paredes". 
Acho que elas me ouvem, mesmo sem uma única resposta darem. Mesmo sem manifestações de raiva, de medo ou de pré-aviso. São silenciosas, são calmas e frias. Por vezes é disto que precisamos: alguém que nos escute, que apenas ouça os nossos desabafos sem fim, sem dizer uma palavra, que seja frio o suficiente, que seja forte a valer, que esteja lá, mesmo que em silêncio, mas que esteja, de corpo presente, mesmo que silencioso. Alguém que não apresente criticas ou juízos de valor, alguém que apenas oiça o que nos vai na alma e no coração. Só isso, alguém. Nem que seja mesmo só uma parede fria! 

27 de fevereiro de 2014

quatro.

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a vida é um ciclo vicioso. tenho dito.

19 de fevereiro de 2014

trocadilhos sinceros

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eu gosto de sorrisos rasgados, de almas cheias e de pessoas alegres. preciso do som do mar a ecoar na minha cabeça e do suar do vento forte, que bate na minha janela, nos dias de inverno. preciso de coisas cheias. estou farta do vazio. estou cansada do tédio, da rotina dos dias e da ilusão das pessoas. eu gosto do sol, da chuva, do cheiro a terra molhada, gosto de olhar o céu estrelado, ou correr sem parar até onde me apetece. gosto de musica, muita e boa musica para os meus ouvidos. amo sentimentos, aqueles puros sem teias de aranha no sotão e sem medos. gosto de pessoas que dizem o que têm a dizer, que não escondem ideias e que lutam até ao fim. gosto da persistência dos humanos. gosto da teimosia consistente e acertada que os move. gosto do amor, gosto tanto dele. faz-me sonhar e, quase que consigo voar. gosto da água límpida e de uma bela tarde à beira rio. preciso de olhares, daqueles que penetram por nós a dentro e quase que nos lêem a vida. gosto de palavras, daqueles que por muito que sejam ditas, ouvidas ou escritas. não se gastam. continuam omnipotentes, cheias de garra e prontas para dar vida a mais uma data de histórias. é isso, eu adoro boas histórias. "E foram felizes para sempre". e, o "sempre" será para sempre o que mais me intriga, por não saber se existe mesmo. mas, nem essas dúvidas me fazem deixar de o amar. gosto de dormir, gosto e preciso. não gosto do tempo porque ele voa, mesmo não tendo asas. mas, admiro o barulho dos ponteiros e a forma como a máquina do antigo relógio funciona. gosto do mar. ai, o mar, é talvez aquilo que mais gosto. como as marcas e as memórias. gosto das saudades, mas não gosto de as sentir. apenas recordá-las momentaneamente e, depois, pensar que tudo continua lá, no mesmo sitio de sempre.

reticências

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só queria poder falar-te, sabes? dizer-te que as coisas não estão bem assim. que nem sempre somos nós os donos da razão e que geralmente as coisas não correm como queremos. queria poder dizer-te isto, sem medo. sem o medo forte de te perder...para sempre.

18 de fevereiro de 2014

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eu, o outro e o amor

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lembro-me de ter apreendido, algures numa aula sobre o amor, que ele (esse complexo sentimento) nasce connosco, desenvolve-se connosco e que nunca morre em nós. o amor cresce connosco, em nós, por nós e para nós. esperamos, dos outros, o amor que estamos dispostos a conceder-lhe. esperamos dos outros a atenção, o respeito e o cuidado que também lhes damos (ou que deveríamos dar, mas também não damos...). esperamos que o outro tenha sempre um momento, no seu dia, guardado para nós, como nós temos sempre espaço, na nossa agenda para ele. esperamos, incessantemente que esse outro, independentemente de todos os trambolhões que já deu, cuide de nós. porque nós também cuidamos dele (ou queremos cuidar e ele não permite). esperamos, como se o dia não tivesse fim, do seu abraço. esperamos, noite fora, pelo seu olhar tímido, pela sua voz ofegante, pelo seu cheiro irresistível. mas, há dias e noites em que esse abraço tão desejado, essa voz tão penetrante e esse cheiro tão característico acabam por não chegar...
esperamos do outro, porque ele nos conhece melhor do que qualquer outro, o aconchego e abrigo aos nossos medos. mas, nem sempre, esse outro lá está, da mesma forma, para nós.

é só, por agora.


Por Eduardo Sá

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"é tão saboroso estar tão seguro do amor de alguém a ponto de um «sai da minha vida» se tornar num «chega-te para mim»..."

4 de fevereiro de 2014

faltam-me as palavras

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faltam-me as palavras quando escrevo sobre ti. é tal a desordem de sentimentos quando me vens à ideia. não sei o seu significado. apenas sei que não é bom sinal. nem bom presságio. mas, também não deixa de ser mau, não chega a ser muito forte. é apenas vago. chama-se nostalgia. chamou-se, outrora, de amor.

5 de setembro de 2013

incompatibilidades

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é claro que me preocupo. é claro que sinto falta. é claro que continuo a procurar (principalmente as respostas que me faltam). é óbvio que preciso de respostas, preciso de saber o porquê, o que envolveu tudo isto, as razões, as causas, se as consequências importaram. é claro que preciso, bolas.
julgam que é fácil? que fiz de conta que não era nada comigo? é verdade, foi o que fiz. sempre me foi mais fácil fingir, fazer-me de forte e ignorar aquilo que não merece o meu sofrimento. e, este assunto não merecia. mas, não quer dizer que não tenha magoado, que não tenha feito uma ferida girante, que não tenha criado duvidas e mais duvidas, acerca de tudo o que me (nos) rodeia. é perfeitamente plausível que sim. criou angustia, fez muitas lágrimas correrem pela minha cara. criava um aperto no coração por de todas as vezes que as nossas vidas se cruzavam (e, ainda, cruzam).
e, passou um ano! um ano sem tudo aquilo que uma (ou várias) vezes julguei que seria para toda uma vida. não foi, não será. porquê? porque eu também tenho o meu orgulho ferido, o meu amor próprio e não sei fazer de conta que nada aconteceu, que não é nada comigo, nisto não. e, quem sabe, se não estamos melhor assim, não é? a separação, grande parte das vezes, não traz só coisas más. também abre novos horizontes, cria novas (ou recria) expectativas. também fortalece laços perdidos e a força que há dentro de cada um. também nascem oportunidades que não podem ser perdidas, como esse "nós" em vão. as oportunidades, agora, agarro-as com unhas e dentes, com garra, sem as deixar fugir. aproveito o bom que cada uma delas me pode dar. e, quando olho para trás, só sinto pena. isso, mesmo, pena. pena de uma coisa que até podia ter dado certa, de uma amizade que até podia durar uma vida inteira, mas que sei (porque agora estou de fora, e é assim que vemos mais objectivamente) que não iria muito mais longe. as almas são incompatíveis, a minha alma é incompatível com elas. eu não sigo por seguir. eu não faço por fazer. e, eu não sinto em vão. sou transparente (às vezes, demais!).

(Como eu precisava de escrever. de transcrever sentimentos, angustias de um passado, que muitas vezes quer ser presente mas que, com toda a força, o deixo no sitio dele: no passado. Acho que voltei ao antes, há necessidade insaciável da escrita, das emoções à flor da pele, ao meu querido espaço, a ti meu blogue!)

28 de abril de 2012

andré

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nós não somos só namorados, ou melhores amigos, ou duas pessoas que se conhecem há 3 anos e já partilham imenso, ou, até mesmo, almas- (quase) - gémeas ou eternos confidente. Nós somos a conjugação plena de tudo isso.
♥-te

27 de abril de 2012

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há perguntas às quais é preferível nem saber a resposta.

14 de abril de 2012

13 de abril de 2012

9 de abril de 2012

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amo-te, 9.3.12

you are the world

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7 de abril de 2012

A

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 E, são pequenas doses de miminhos, inesperados momentos e doces conversas que acabam por fazer a nossa tarde. adoro-te, com tudo *

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4 de abril de 2012

3 de abril de 2012

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uma palavra: amo-te